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25/12/2012
Nosso objetivo é fornecer orientação técnica profissional - médicos psiquiatras especialistas em dependência química podem avaliar o caso e direcionar a conduta, ao invés de corretores de internação


22/12/2012
Entramos no ar!
A maior parte dos estudos demonstra que a dependência química não se apresenta isoladamente - até 70% dos casos trazem outros transtornos psiquiátricos associados (as chamadas comorbidades, que incluem ansiedade, depressão, déficit de atenção e hiperatividade, estresse pós-traumático, transtornos de personalidades, psicose, bipolaridade...).

Somos um grupo de Médicos Psiquiatras Especializados no Tratamento da Dependência Química/Adicção (álcool, drogas e fármacos), Comportamentos Adictivos (Jogo e Sexo Patológico) e suas Comorbidades.

Oferecemos tratamento em todas as suas modalidades - desde a avaliação e tratamento ambulatorial até as internações breves para desintoxicação e prolongadas em comunidades terapêuticas e clínicas especializadas de recuperação, mesmo nos casos onde o paciente não aceita ainda sua doença.

Nosso grupo de especialistas tem sólida formação acadêmica nas maiores instituições brasileiras (Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Universidade Federal de São Paulo/UNIFESP e Hospital das Clínicas da FMUSP), e cada Psiquiatra coordena uma equipes multidisciplinar de especialistas nas áreas da Psicologia, Terapia Ocupacional, Enfermagem, Educação Física, Nutrição e Fisioterapia.

Nosso maior objetivo é oferecer o melhor tratamento para cada paciente, considerando suas necessidades específicas. Utilizamos para isso os mais modernos conhecimentos científicos da área médica, associados as teorias cognitivo-comportamentais, motivacionais e ao modelo de prevenção de recaída.

Oferecemos um tratamento de alto padrão humanizado, seguro e diferenciado em consultórios e clínicas.

De acordo com a Lei Federal 10.216/2001, somente um médico pode indicar uma internação, seja voluntária ou involuntária. E somente clínicas devidamente habilitadas perante a Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros, Ministério da Saúde (CNES) e Conselho Regional de Medicina (CRM) podem oferecer a modalidade involuntária de tratamento.

Alertamos para as soluções mágicas oferecidas por corretores de internação, captadores e vendedores de clínicas - a internação deve ser o último recurso, e a internação involuntária é assunto ainda mais delicado e espinhoso.


Estudo conduzido por um de nossos psiquiatras mostra que menos de 15% dos pacientes tratados em comunidades terapêuticas (que não preenchem esses requisitos listados anteriormente) apresentam evolução favorável após um ano da conclusão do tratamento. Isso significa que 85% voltarão aos comportamentos destrutivos meses após concluírem o tratamento!

Para os casos onde existe risco de vida para o paciente ou para terceiros, exposição social, prejuízo nos autocuidados básicos, recusa ou falência no tratamento ambulatorial, o tratamento involuntário está indicado. Para isso contamos com uma rede de empresas de remoção e de clínicas especializadas parceiras devidamente habilitadas a oferecer tal modalidade de tratamento.

(reprodução proibida, direitos autorais reservados)
Contato com um de nossos especialistas pelo fone
(11) 4217-0367

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